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‘Operação Carne Clandestina’: Polícia apreende uma tonelada de carne clandestina e detém seis comerciantes

Na manhã de sexta-feira (23), a policiais civis de Linhares, Sooretama e Rio Bananal, em conjunto com a Guarda Municipal e a Vigilância Sanitária de Linhares, deflagraram a “Operação Carne Clandestina”,

com o objetivo de apreender carne clandestina posta à venda em estabelecimentos comerciais. Ao todo, foi apreendida uma tonelada de carne ilegal e seis comerciantes foram conduzidos à delegacia. 

 

Segundo o chefe da 16ª Delegacia Regional de Linhares, delegado Fabrício Lucindo, a operação faz parte de uma investigação que teve início em maio deste ano, para descobrir o destino de animais furtados e roubados na zona rural de Linhares. 

 

As equipes da Polícia Civil, Guarda Municipal e Vigilância Sanitária vistoriam seis estabelecimentos comerciais nos bairros Planalto, Nova Esperança e Santa Cruz, em Linhares. Desses, em quatro estabelecimentos comerciais foi encontrada carne de origem animal sem inspeção, ou seja, clandestina. 

 

“Seis pessoas – proprietários dos estabelecimentos comerciais – foram conduzidas para a Delegacia Regional de Linhares, onde foram autuadas em flagrante pela prática de crimes contra a relação de consumo, cuja pena é de 02 a 05 anos.

Foi apreendida, ao todo, quase uma tonelada de carne clandestina, que será incinerada pela Vigilância Sanitária”, explicou o delegado Fabrício Lucindo.

 

Ainda segundo o titular da 16ª Delegacia Regional de Linhares, por enquanto, os estabelecimentos comerciais não foram fechados. Ele também fez um alerta à população. “A carne ou produto de origem animal que não passa por uma fiscalização sanitária, não dá garantia ao consumidor a respeito de ser um alimento seguro e que não tenha risco de causar doenças à saúde humana.

As ações de fiscalização, realizadas em parceria com os órgãos competentes, continuaram devido à importância de coibir produções irregulares, desestimular o furto e roubo desse produto, já que não terá um receptador, além de inibir riscos à saúde do consumidor”, enfatizou o delegado.

 

Os suspeitos foram encaminhados para a Penitenciária Regional de Linhares, permanecendo à disposição da Justiça.

As investigações continuam com intuito de verificar se o material apreendido é produto de furto e roubo nas propriedades rurais de Linhares. 

 

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