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PCES apreende computadores, documentos e armas em escritórios de empresa capixaba

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), cumpriu, na quarta-feira (04), seis mandados de busca e apreensão em apoio à operação “Candeeiros”, deflagrada pela Polícia Civil do Acre.

Os mandados foram cumpridos em escritórios de uma empresa capixaba, suspeita de fraudar a execução de contratos licitatórios para troca de iluminação pública no município de Rio Branco, no Estado do Acre.

Ao todo, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão, sendo seis no Espírito Santo, nos municípios de Vitória, Serra e Colatina.

Os demais foram cumpridos nos Estados do Acre e do Rio de Janeiro, pelas respectivas polícias civis.

“As investigações são da Polícia Civil do Acre e nós prestamos apoio. Em posse dos mandados, realizamos buscas e apreendemos computadores, notebooks, celulares, pen drives, vários documentos e contratos empresariais”, conta o titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, delegado Marcus Vinicius.

A operação policial contou com mais de 130 policiais e cinco delegados dos três estados, em uma investigação que visa a apurar crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes de licitação e outros.

No Espírito Santo, a ação contou também com a participação da Delegacia Regional de Colatina e das unidades subordinadas à Superintendência de Inteligência e Ações Estratégicas (SIAE), como Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária (DCCOT) e Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme).

“Ações como esta são fundamentais para inibir a prática de outros crimes semelhantes tanto no nosso Estado, como nos demais entes da federação, desestimulando pessoas que tenham a intenção de cometer atos de corrupção.

Apenas com a integração entre as Polícias será possível enfrentar esse tipo de criminalidade, protegendo assim a população, impedindo que os cofres públicos sejam onerados”, afirmou o superintendente de Inteligência e Ações Estratégicas, delegado João Calmon.

Durante as buscas houve uma prisão em flagrante, de um homem de 65 anos.

Ele foi preso em um escritório da empresa no Barro Vermelho, em Vitória, onde os policiais encontraram duas espingardas de calibres 12 e 38, além de um cano de arma calibre 12.

Ele foi encaminhado à Draco, autuado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e liberado para responder em liberdade, após o recolhimento de fiança.

O nome da operação faz referência ao antigo instrumento de iluminação, em referência ao fato de que os investigados, ao contrário do que deveria acontecer, com suas ações deixaram de modernizar a iluminação pública e trouxeram danos milionários aos cofres públicos municipais.

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